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1. L E I D E A M I Z A D E.

2. OBJETO:

• Estudos e desvendamento acerca de uma das LEIS NATURAIS QUE REGEM O UNIVERSO: A LEI DE AMIZADE.

3. FINALIDADE:

• Auxiliar os seres humanos acerca da auto-reflexão quantode ao referido assunto.

4. JUSTIFICATIVA/FUNDAMENTO:

• No Universo, tudo são Leis. Elas que partem de um CENTRO ETERNO e SUPREMO, ABSOLUTO e IMUTÁVEL, CONSCIENTE e ONISCIENTE, INCRIADO e CRIADOR de todas as coisas, DEUS, A VIDA DAS LEIS UNIVERSAIS. Dentro delas, tudo é bem. Porém, fora das mesmas, nada é claro, definitivo ou seguro. Eis que para que o homem possa viver feliz e equilibrado, enfim integrado com este Universo do qual é parte integrante relevante, segundo as Leis Naturais que o regem, lhe é essencialmente necessário, bem como justificável, pesquisar e analisar até compreender e praticar para evoluir, os seus códigos perenes e imutáveis, com fins de adquirir o real conhecimento e sentimento para então usar, cada vez mais conscientemente, como um eterno e sempre novo padrão de ação no seu dia a dia de relações.

5. TEOR DO ESTUDO:

5.1. LEI DE AMIZADE
São muitos os problemas dos seres humanos que, não raro, parecem insolucionáveis, inclusive atualmente, quer seja no seu plano de vida pessoal, profissional ou espiritual. Isso se dá por alguns motivos, senão vejamos: um deles reside no fato de ele quando não está consciente ou ainda nao se conscientizou de que no Universo tudo são Leis Naturais que o regem e que dentro delas tudo é bem; porém fora das mesmas nada é claro, definitivo ou seguro. Bom redizer. E um outro motivo reside no fato de quando ele ainda não sabe o que é pensar, bem como saber pensar, por si mesmo. Coisa tão propalada pela própria educação hoje instalada, como um de seus fins, mas sem ter ainda demonstrado efetivamente uma significativa ação quanto à tal. E um outro fato é o de quando ele, o Ente Humano, ainda não saber analisar, porquanto, nao raro, ao encontrar-se em situação que careça de um plano condizente e preciso para realizar aquilo que exigem os seus desejos ou necessidades, geralmente se agarra precipitadamente ao primeiro plano com o qual se deparam e põem-se a trabalhar para realizá-lo, como se fosse a primeira e última oportunidade, mas sem saber dimensionar os efeitos que isto possa causar, não só à si mesmo, mas também, ao meio social no qual está inserido. Assim, como quase nunca conseguem realizá-lo, se desesperam; ou geralmente quando ver ruir seus castelos, se decepciona.
No primeiro caso está claro que não ele soubera analisar tal plano; e no segundo isso se dá porque tal realização fora construída, por ele, sem as bases sólidas necessárias e justificáveis.Daí geralmente ele procura novos planos e torna a movimentar-se; porém, se novamente fracassam, significa dizer que, ainda que ele pense ter pesquisado suficientemente, possivelmente não soube analisar significativamente tal plano até compreendê-lo qualitativamente, para então pô-lo em prática quantitativamente e realizar, efetivamente, o que se predispora, pois que o maior dever do Ser Humano, para consigo mesmo, é o de pesquisar e analisar até compreender e praticar para evoluir, pelo sentimento, todo conhecimento teórico/prático que importe quer seja para sua evolução e do seu semelhante, bem como do planeta, e ainda do Universo em sua expansão.
No campo das relações humanas, por exemplo, é fato, temos demonstrado não ter ainda uma compreensão significativa acerca do que é viver bem, quer individualmente, quer em família ou em sociedade; podemos verificar isso com o problema da nossa indisciplina intelectual, bem como dos desencontros e desconfortos entre nós, porquanto a toda hora nos decepcionamos, chateamos, irritamos, etc.
Parece-nos claro que a sociedade deixou de ser uma irmandade para ter comandados e comandantes. Sequer compreendemos que viver é ser, é estar em relação com o todo que fazemos parte,m; e que o valor significativo real de uma relação não é a busca à segurança, satisfação ou prazer, mas sim, autorrevelação, para que possa haver, de nós mesmos, o autoconhecimento e, por fim, a autorrealização; porquanto na natureza nada está estático, nada se perde tudo se transforma, aprimora e evolui.
Dentre a diversidade de LEIS NATURAIS QUE REGEM O UNIVERSO, existe algumas que muito nos ajudam a saber como devemos proceder sem favorecer a nossa indisciplina intelectual, que são: A Lei do Saber e A Lei do Pensar . Elas que passaremos à estudar numa outra oportunidade. Quanto à Lei Natural que muito nos auxilia, no que respeita, os nossos desencontros ou desconfortos quando do viver em família ou sociedade, é A Lei de Amizade.
Entre a infinita gama de valores que Ela estabelece, alguns nos indicam e ensinam que, para vivermos relativamente bem com os nossos semelhantes, necessitamos compreender que ser amigo não é uma conseqüência, mas sim uma condição; assim, quem não ama à si mesmo e ao seu semelhante mais próximo, não ama a humanidade mais distante. Diz-nos Ela ainda, que amigo é aquele a quem se pode confiar a própria vida.
Eis que, embasado na Lei da Amizade o Ser Humano, pode construir os seus castelos em bases sólidas e viver em estado de eterna graça, porquanto o ser humano, para as suas realizações, tem como primeiro recurso o amor e a amizade, se os dispensa, suas alternativas mais próximas e mais breves são: a decepção, frustração, solidão, o desespero e tudo mais que lhe são afetos.
Ao contrário daqueles que ignoram, não podemos esquecer e/ou inobservar AS LEIS NATURAIS QUE REGEM O UNIVERSO, bem como aquilo que elas estabelecem para o nosso equilíbrio e felicidade. Não podemos negar o fato, por exemplo, de que é dando que se recebe; que toda causa tem um efeito idêntico correspondente; bem como toda ação tem uma reação igual e em sentido contrário. Assim os homens precisam descobrir o quanto são irmãos para agirem embasados nisto, porquanto é impossível o Ser Humano agir eternamente sem nunca denunciar-se como um ser amoroso e amorável, enfim, como um ser amigo e amigável. Não existe sequer uma ação em todo o universo que não tenha nela algum tipo de bondade.
Um outro problema do gênero humano é demonstrado pelo fato dele viver um outro grande engano que é o de pensar que em suas realizações podem atingir os fins sem primeiro atender aos princípios e meios necessários e justificáveis para tal.
Eis que, no campo espiritual desejam, por exemplo, tornar-se um cristo, ou seja, um justo e perfeito na matéria, mas sem o mínimo de trabalho; sem o mínimo de esforço, enfim, sem sacrifício algum. Sequer entendem eles que não se alcança benefícios autênticos sem sacrifícios autênticos. O Ser Humano deve compreender que certos “sacrifícios”, de sua parte, representam para O TODO, o valor que ele mesmo paga por sua perfeição; e isso não o permite parar de agir em prol disto.
Aqueles que, primeiramente, desejam construir o teto da casa e nela se instalarem sem construírem o alicerce e as colunas capazes de sustentá-lo geralmente só enxergam tal façanha quando da falta de saber, caracterizada pela manifestação da decepção. Ora, ser algum vive bem sem saber. Eis porque muitas e muitas vezes, ou quase nunca conseguem realizar seus projetos a contento.
Para que o Ser Humano possa realizar, o primeiro passo é conhecer o que deseja ou necessita em seu princípio, meio e fim; para, em seguida, buscar os recursos necessários e justificáveis, para tal, e então se determinar a materializá-lo, porquanto não existe inteligência sem forma; e ainda que os fins justifiquem os meios, são os meios que determinam os fins.
Uma das necessidades básicas para o Ser Humano realizar, como dito, é também saber amar. No entanto, ele não tem conseguido conviver com o amor, de maneira consciente, dado o fato de que sequer compreendeu que amar nada tem a ver com a busca à segurança, à satisfação, bem como ao prazer.
A Lei da Amizade também muito nos auxilia a compreender tal processo. Ela, por exemplo, nos indica que essa conduta humana da busca de ser e estar sempre seguro do que sente, do que pensa e do que faz; também de ser e estar sempre satisfeito; bem como de nunca querer perder ou dimimuir o prazer
possível ou existente em suas realizações, é que nos faz e traz sofredores, porquanto geralmente a postura da busca humana é quase que unicamente à isso: satisfação, segurança e prazer, sendo esse realmente um dos grandes motivos pelo qual estamos fragmentando o ser, e favorecendo às famílias a se desintegrarem, pois as criaturas humanas, até prova em contrário, parecem só buscar isso, umas nas outras. Ora, isso é exploração e não amor, porquanto é efêmero, logo quando acaba ou diminui o seu grau de intensidade, então elas separam-se e repetem o mesmo procedimento com outras criaturas, até que se manifeste, em seu ser, a decepção, dor ou sofrimento. Não conseguiram, ainda, sequer analisar para verificar e compreender, em seus próprios seres, o que está diretamente relacionado com as questões: segurança, satisfação e prazer.
Pois bem, com isso, ou seja, a decepção, dor esofrimento, em graus justificáveis, vem a maturidade e elas então, pouco a pouco, buscam forçosamente refletir sobre tal questão. Esse fato, o da exploração mútua, se dá também por um motivo, o de elas não terem ainda compreendido que antes de sermos sócios ou amantes um dos outros, somos filhos de um mesmo Pai, Deus, logo somos irmãos. Portanto, a família, e porque não dizer, a humanidade, não é uma associação a qual escolhemos para sermos membros com o direito de entrar e sair quando bem entendermos; mas sim uma irmandade da qual somos membros, mesmo antes de nascermos. Temos o direito de rescindir nosso direito de sermos membros, mas não o de sermos irmãos.
A Lei da Amizade, assim como A Lei do Amor, não é, nem mesmo, um sentimento que usamos para satisfazer nosso ego, como tem sido até então considerada. Isso pode até mesmo fazer parte dele, mas não é ele. O amor é a ação do Ser Humano com a qual, de si, se exauri todas as opiniões embasadas em falsas teorias, enfim todo pensamento que não tenha por base aquilo que estabelecem As Leis Naturais que regem o Universo. Ele, O Amor, é o cumprimento dos deveres sagrados, do Ser Humano, para consigo mesmo, para com seu próximo, para com sua família, para com a sociedade, para com o universo, enfim, para com Deus. Ele é um estado humano de ser compreensão, afinal, se existe compreensão não existe problemas, porquanto uma vez compreendida a verdade, o Ser Humano liberta-se.
Salvador, dez 28 de l998.
5.2. TEOR DE ALGUNS VALORES ACERCA DA LEI DE AMIZADE

1.Como ser irmão, ser amigo não é uma conseqüência mas sim uma condição.

2.A verdade atrai, une, esclarece e influencia motivando as pessoas, mas não faz delas amigas.

3.Nós fazemos nosso destino, amigos e inimigos, mas só Deus faz nossos vizinhos.

4.Nem todo irmão é amigo, mas todo amigo é irmão.

5.Todos amigos trabalham em prol do crescimento mútuo, ainda que, utilizando inclusive de considerações e conselhos.

6.Pais e amigos não se compram, alugam ou emprestam.

7.Pais e amigos não se compram. Assim como não existem lojas de pais, não existem lojas de amigos.

8.Ao contrários dos amigos, os sócios desconfiam, exploram, separam, dividem e vivem sempre na busca de outro alguém para repetir tal conduta.

9.Não existe amizade onde há desconfiança.

10.Assim como não existem lojas que vendam pais, não existem lojas que vendam amigos.

11.É mais fácil manter velhas amizades que fazer novas.

12.A amizade é o maior, mais sério e mais significativo compromisso do relacionamento humano.

13.Não é penoso, conturbado nem longo o tempo, tão pouco a distância para se encontrar um amigo.

14.Não é pequeno nem distante o lugar onde um amigo se encontra.

15.Senão nada, pouco adianta, àquele que não sabe ainda fazer amigos, retirar-se do mundo e recolher-se nas montanhas ou lugar que equivalha.
16.Se não se é obrigado a explicar porque chegou-se atrasado ou desaparecera; se não se é obrigado a justificar-se porque chegou adiantado, falhara ou faltara; se não se é obrigado a explicar porque não se deu, não pediu ou não esperou; se não se é obrigado a concordar, convencer, nem converter-se; então há indícios de amizade.

17.Existe uma grande diferença entre amigos e sócios; os amigos confiam, unem e somam; já os sócios desconfiam, separam e dividem, principalmente quando já têm em mente alguém que possam novamente explorar.

18.O amigo é aquele com quem pode-se irmanar-se ou associar-se com segurança; pois ele prima pelo caminho da verdade e preocupa-se com o bem ser e estar do seu próximo; sempre que necessário e justificável lhe dá conforto, auxílio e abrigo, bons conselhos, mas sem nada impor, bem como sabe guardar segredos.

19.Amigo é aquele que como solícito, carismático e simpático é factualmente confiável à partilhar-se alegrias e tristezas.

20.É do amigo aconselhar alertando acerca dos nossos possíveis e/ou existentes erros e imperfeições; e é daquele que o reconhece, respeitá-lo e, agradecidamente, aceitar como se tivesse recebido o mais valioso dos tesouros.

21.Um sábio tudo sabe justificar; no entanto, nas relações entre amigos não é essencialmente necessário justificar-se, porquanto os amigos, além de não exigir, não necessitam; e os inimigos, embora exigam, não acreditam.

22.Amigo é aquele que compreende sem precisar de justificativas e explicações; se interessa sem impor responsabilidades e condições; partilha sem escolha e preferências; e se importa sem exigências e cobranças.

23.Se queremos ter boas amizades, devemos ser bons amigos, pois os semelhantes se atraem para evoluir.

24.Amizade é mais que afinidade, envolve mais que afeição e é tão nobre quanto o amor.

25.É na dificuldade que se prova a amizade.

26.Ninguém tem mais amor do que aquele que dá a vida por seus amigos.

27.A amizade genuína requer afinidade, afeição e cumplicidade, bem como tempo, esforço e persistência para ser construída e mantida.
28.Quem avisa amigo é.

29.A amizade exige franqueza, conformação e lealdade para o desenvolvimento intelectual, o enobrecimento moral e a maturidade plena.

30.Somente da amizade genuína pode-se esperar o exortar e exaltar as alegrias da prosperidade, conter, mitigar e dissolver as tristezas da diversidade, através da bondade moral e da generosa participação das partes.

31.Quem vive uma verdadeira amizade, nenhuma vantagem favorece à uma das partes sem que estenda-se à outra.

32.Na amizade verdadeira as partes são ricas, belas e significativas, na força, na sabedoria e nas ações recíprocas.

33.A amizade é a identidade das partes reforçada pela bondade moral, pela afinidade e pela afeição mútua.

34.Homens não podem se considerar amigos enquanto não tenham comido juntos a quantidade de sal e açúcar suficiente.

35.Homens não tornam-se amigos enquanto cada um não mostre-se um ao outro dando provas de que realmente é um objeto para ser amado e, por conseguinte, apropriado para a amizade.

36.Não se pode assegurar a amizade quando precipitadamente se doa gestos amigáveis, porquanto isso é tão somente o desejo de amizade.

37.A amizade é uma forma de amor, de amar, de ser amorável e amoroso.

38.Na verdadeira amizade as partes não são partes, mas sim um todo.

39.Na verdadeira amizade, as partes envolvidas não podem ser consideradas como indivíduos separados. Onde quer que um se encontre, o outro, ainda que ausente, estará presente.

40.Amigo é aquele que, em sua frente, pode-se pensar em voz alta ou calar em silêncio profundo.

41.Amizade é coisa para se construir e manter constantemente.

42.Amizade deve ser considerada com um bem superior à todos os outros.

43.A amizade pode ser de prazer, de utilidade e de similaridade. As primeiras são circunstanciais e a última é perene e imutável.

44.A amizade é a identidade de sentimentos das partes acerca das coisas da vida objetivas e/ou subjetivas.

45.Toda amizade genuína é tão rara que se torna memorável por sua singularidade.

46.Amizade não circunstancial é aquela que os sujeitos desejam mutuamente o bem, por serem bons em si mesmos.

47.A amizade é construída e conservada quando as partes são boas e cuja similaridade consiste na bondade moral, pois sua natureza não é a variaçãomas sim a permanência.
48. A amizade circunstancial é aquela que o objeto não é amado por ser uma pessoa tal qual é mas sim pelo fato de fornecer vantagem e/ ou prazer
49.Amizade exige afinidade, tempo e intimidade.

50.Toda amizade é passível de dissolver-se se as partes não permanecem iguais.

51.É dissolvida toda amizade que tem como base a utilidade ou graciosidade, pois sua natureza não é a permanência, mas a variação.

52.Amigos de verdade tudo compartilham.

53.Amigo que deseja o bem à um dito amigo só por causa da sua utilidade ou graciosidade, não demonstra ser realmente seu amigo, tão pouco ter realmente amizade por ele.

54.Homens que, para com a vida, são ricos, belos e significativos em termos de afeição e imaginação unir-se-ão, como amigos, muito mais fácil e brevemente que os frios e calculistas.

55.Amigo que se diz amigo de alguém só porque ele lhe traz segurança, satisfação e prazer, não demonstra ser realmente seu amigo, tão pouco ter realmente amizade por ele.

56.Não raro deixamos de ser amigos daqueles que não mais nos são úteis e/ou agradáveis.

57.A amizade é uma afeição profunda mútua e, pelas partes, mutuamente reconhecida.

58.Todo homem caso não busca novos conhecimentos, novas amizades, à medida que na vida avança, brevemente, se encontrará estéril, estático e solitário.

59.O homem amigo é aquele a quem se pode confiar segredos, bem como a própria vida.

60.Assim como o amor, a amizade não é consequência, mas sim condição.

61.Não é possível haver amor onde há temeridade; não é possível haver amizade onde há desconfiança; não é possível haver inteligência onde há tradição.

62.Todo amigo nosso é um outro de nós mesmos. Ele é amoroso, amorável e deve ser honrado como se fosse único.

63. A amizade é o incentivo primordial de todas as virtudes.

64.Amizade com base na similaridade é caracterizada pela bondade moral.

65.Boas contas fazem os bons amigos.

66.Amigos e sócios sempre destoam.Os amigos têm por fim a ajuda mútua; os sócios, a exploração.

67.A compaixão é a disposição ativa para a amizade e participatividade; é a vontade e ação de estar ao lado do outro trazendo não só alegria, mas, também, consolo e apoio na tristeza e na aflição.

68.A amizade genuína requer afinidade, afeição e cumplicidade, bem como tempo, esforço e trabalho, para ser construída e mantida.

69.A amizade exige franqueza, conformação e lealdade para o desenvolvimento intelectual, o enobrecimento moral e maturidade plena.

70.A amizade exige, seriedade, serenidade para aceitar as críticas e/ou lisonjas do amigo, ajuda incondicional e auxílio ao ponto do sacrifício.

71.Somente da amizade genuína pode-se esperar o exortar e exaltar as alegrias da prosperidade; conter, mitigar e dissolver as tristezas da diversidade, através da bondade moral e da generosaparticipação das partes.

72.Quem vive uma verdadeira amizade, nenhuma vantagem favorece à uma das partes sem que estenda-se à outra.

73. Na amizade verdadeira as partes são ricas, belas e significativas, na força, na sabedoria e nas ações recíprocas.

74.A amizade é a identidade das partes reforçada pela bondade moral, pela afinidade e pela afeição mútua.

75.Todo homem da verdade é um conselheiro implacável; um sincero amigo e corajosamente franco.

76.O homem da verdade não é, tão só, o melhor amigo da humanidade, mas sim, o primeiro e único.

77.Se queres saber quem é amigo, quem é colega, seja autêntico.

78.Antes de à alguém tentar convencer ou converter deve amigo dele ser.

79.Ao nascer, as amizades expandem-se nossos horizontes.

80.Amigo é aquele que em virtude, prima pelo belo, rico e significativo.

81.Se queremos ter bons amigos, precisamos ser boas pessoas, pois semelhante atrai semelhante para evoluir.

82. Todo mentiroso é amigo urso.

83. Assim como o amor não é posse ou paixão, mas sim, razão; a amizade não é troca ou obrigação mas sim, doação por gratidão.

6. CABE-NOS REFLEXÃO:

A Compreensão do Princípio Criador, da Finalidade da Vida, bem como da Razão de nossa Existência, enfim, a VIDA como um todo, a partir de nós mesmos, é sem dúvida o maior desafio do gênero humano.
Para comprender, da VIDA, sua atividade fim, só o viver é oferecido ao Ser Humano, como a primeira e única atividade meio bem como a derradeira oportunidade.

Ele, o viver é, nada mais nada menos que, ser e estar em relação com o todo do qual se é parte integrante; logo VIDA são ações nas relações. Pois bem, o homem não vive senão agindo; para agir, pensa e, muito antes de pensar, sente aquilo que necessita ou deseja saber, ser ou ter, embora, na maioria das vezes, esteja disto inconsciente.

Ora, o Ser Humano é também o produto do que sente pensa e age, bem como do meio em que vive. Portanto, se pensa para agir, com base em opiniões próprias, fundamentadas em falsas teorias, é evidente que a indisciplina intelectual, bem como os desencontros e desconfortos nas relações serão a tônica.

No entanto, se pensa para agir com base naquilo que é estabelecido como fatos, pelas Leis Naturais que regem o Universo, tudo para seu viver será bem, do contrário, a decepção, dor e sofrimento serão como amigas inseparáveis no seu viver, afinal, opiniões se discute, fatos não, porquanto contra fatos não existem argumentos.
(Jair Tércio Cunha Costa)

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Alisson Bruno
Assessoria e comunicação/GLEB