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untitled-22-650x407Os maçons já tinham decidido na urna quem irá presidir o destino da Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia no período 2015 á 2018.  Os irmãos Jair Tércio para Grão Mestre e Edmilson Bispo para Grão Mestre Adjunto.  O Tribunal de Justiça determinou a separação dos votos apresentados no processo eleitoral litigioso, para que se formassem listas contemplando, de um lado, as lojas detentoras de Cartas definitivas e, de outro, aquelas que detinham Cartas provisionais, atendendo, parcialmente, os pedidos vestibulares.  O Acolhimento dos aclaratório da parte acionada para excluir a determinação de recontagem dos votos apurados na eleição de 09 de maio de 2015, considerou-se, apenas, na apuração da Eleição os votos das Lojas com cartas constitutivas, desconsiderando os votos das  com cartas provisionais,  seguinte resultado:

Chapa n° 01 Verdade, Amor e Justiça encabeçada por Jair Tércio obteve 78 votos.

Chapa n° 02 União e Fraternidade encabeçada por Itamar Assis obteve 72 votos.

Foi proclamada vencedora a Chapa nº 01 pela Corte Maçônica e já empossado em 22 de Maio de 2015.

Se considerarmos os 04 votos das Lojas Denominadas: Harmonia Essência, Escola Essência, Construtores da Fidelidade e Filhos da Essência reconhecidos no Acórdão como irregulares e pleito, permanecem eleitos a Chapa n°01 Verdade, Amor e Justiça com 74 votos, enquanto que a derrotada chapa n 02 União Fraternidade obteve apenas 72 votos.

“Ante o exposto, voto no sentido de REJEITAR OS EMBARGOS DECLARATÓRIOS opostos por ITAMAR ASSIS SANTOS, mantendo a decisão impugnada, por estes e pelos próprios fundamentos e ACOLHER OS EMBARGOS DE DECLARAÇÃO manejados pela GRANDE LOJA MAÇÔNICA DO ESTADO DA BAHIA, com efeitos infringentes, integrando o acórdão fls. 566/569, para cassar a tutela cautelar vindicada, com a extinção do feito, sem análise do mérito reconhecendo que permanece eleita a chapa n° 1- Verdade, Amor e Justiça, com 74 votos, considerando que a chapa n° 2 não logrou demonstrar vícios com relação as demais Lojas Maçônicas indicadas no apelo, ônus que lhe competia, nos termos do art. 333, I, do antigo CPC, vigente à época.”

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Eleita Chapa nº 1  com 74 votos, conforme Acordão Segunda Câmara Cível  TJBA